Entrar
51 online
Selecção
Affonso Romano de Sant'Anna
Al Berto
Alexandre O'Neill
António Castañeda
António Gedeão
António Patrício
António Ramos Rosa
Ary dos Santos
Bertold Brecht
Camilo Pessanha
Carlos Drummond de Andrade
Cecília Meireles
Cesário Verde
Clarice Lispector
Daniel Filipe
David Mourão-Ferreira
Eduardo Carranza
Eugénio de Andrade
Federico García Lorca
Fernando Pessoa
Florbela Espanca
Friedrich Nietzsche
Gonçalves Dias
Gustavo Adolfo Bécquer
João Miguel Fernandes Jorge
João Roiz de Castelo-Branco
Jorge de Sena
José Amaro Dionísio
José Gomes Ferreira
José Luís Peixoto
José Régio
Juan Ramón Jiménez
Luís de Camões
Luís Filipe Castro Mendes
Manuel Bandeira
Maria do Rosário Pedreira
Maria Teresa Horta
Marina Colasanti
Mário Cesariny
Mário de Sá-Carneiro
Mário Quintana
Miguel Torga
Nuno Júdice
Olavo Bilac
Pablo Neruda
Raul de Carvalho
Reinaldo Ferreira
Ruy Belo
Sebastião da Gama
Sophia de Mello Breyner Andresen
Tao
Vinicius de Moraes
Poemas
Poema ao acaso
por Autor
Procurar poemas
por Temas
por País
por Época
por Década
mais Visto
mais Votado
top Favoritos
Ver Favoritos
Organizar Favoritos
Contribuir
Novos Poetas
Poema ao acaso
Autores por data
Poemas por data
Procurar
por País
por Década
mais Visto
mais Votado
Ver Favoritos
Organizar Favoritos
Perfil
Conta
Mensagens
Publicar
Outros
Poema do Dia
Foto ao acaso
Blog ao acaso
Poema ao acaso
Fotografias
Galeria
Tu
Estou farto
Segunda-feira
Andar pelas ruas
Que faria eu
Peço a morte
Tu és tu
A glória
A minha vontade
A pele
A porta
A sombra
Abrir
Amantes
Amor proibido
Anomalias
Ânsia
Aqui estou
Asa solta
Beco azul
Deus maior
Disse
Divergências
Dor
Dos olhos
É pelos olhos
Fala do espanto
Há uma palavra
Luar
Marés
Meterologia
Não há tormenta
No escuro
Numa esfera
Nuvens
Odeio-me
Olhos confusos
Os teus lábios
Para viver
Pêndulos
Pequenas
Pobre de mim
Quando tiver
Que fazer
Quem inventou
Quero habitar
Sábado
Se pudesse
Se tu fosses
Sobre o chão
Sobrevivem
Subir aos céus
Temo o fim
Um homem
Um objecto
Vai
Estatística
Forum
Livro de Visitas
Ligações
no teu Blog
Mafalda Veiga
Arrábida
Home
Maria Teresa Horta
Seleção
Poemas
Biografia
Multimédia
Seguinte
1 Comentário
Ponho um beijo
demorado
no topo do teu joelho
Desço-te a perna
arrastando
a saliva pelo meio
Onde a língua
segue o trilho
até onde vai o beijo
Não há nada
que disfarce
de ti aquilo que vejo
Em torno um mar
tão revolto
no cume o cimo do tempo
E os lençóis desalinhados
como se fosse
de vento
Volto então ao teu
joelho
entreabrindo-te as pernas
Deixando a boca
faminta
seguir o desejo nelas.
Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
nem na polpa dos meus dedos
se ter formado o afago
sem termos sido a cidade
nem termos rasgado pedras
sem descobrirmos a cor
nem o interior da erva.
Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
minha raiva de ternura
meu ódio de conhecer-te
minha alegria profunda.
{1}
##LOC[OK]##
{1}
##LOC[OK]##
##LOC[Cancel]##
{1}
##LOC[OK]##
##LOC[Cancel]##